(notas da pandemia) CANTO DA PARALISIA

Raul cantava, um dia pararia                            Dante andava em círculo                            Chico, mas que banda passaria?   Só fantasiava Bozo, palhaço minúsculo                   … Continue lendo (notas da pandemia) CANTO DA PARALISIA

(notas de uma pandemia) CÂMARA ESCURA

(Trecho de capítulo que integrará um livro em processo de escrita. Inspirado no contexto atual, nos nossos arredores. Dá também início à vontade de compartilhar criações que vão aflorar em meio ao período de isolamento para superar a pandemia do novo coronavírus) “A primeira memória que me vem daquela noite é da estranheza de observar … Continue lendo (notas de uma pandemia) CÂMARA ESCURA

Quando falei com Alan Moore sobre Watchmen, filmes, política, Paulo Coelho… “Magia é linguagem. Consigo transformar ouro em livro e vice-versa”

Notei a #AlanMoore no trending do Twitter. Saquei que o gênio das HQs (das artes, em geral) completou 66 anos. Moore marcou minha história pessoal e profissional. A leitura de Watchmen, quando eu tinha uns 10 anos de idade, foi a primeira de “teor adulto” da qual me recordo. Em muito responsável pela minha paixão … Continue lendo Quando falei com Alan Moore sobre Watchmen, filmes, política, Paulo Coelho… “Magia é linguagem. Consigo transformar ouro em livro e vice-versa”

Minha ode ao Coringa: não é sobre direita, nem sobre esquerda, mas sobre querer tocar fogo em tudo

Há um desentendimento em relação ao Coringa. Seria ele de direita, de esquerda? Fruto de extremismos? O vingador psicótico de uma sociedade violentada (e abandonada) pelo capitalismo? Estaria sendo só exageradamente usado para salientar um discurso de vitimismo? Teria origem nas ilusões da esquerda com o que poderia ser visto como a loucura de algo … Continue lendo Minha ode ao Coringa: não é sobre direita, nem sobre esquerda, mas sobre querer tocar fogo em tudo

O caso da festa da diversidade menos diversa possível

Peguei-me encarando um quadro que retratava uma mulher queniana, negra. Feito por uma pintora brasileira, branca. Os traços realistas eram impressionantes. Apesar da arte, em si, parecer daquelas que você já viu em tantos lugares. Em tantas galerias de paredes brancas. De canto de ouvido passou uma crítica àquilo: “Como pode uma branca pintar uma … Continue lendo O caso da festa da diversidade menos diversa possível